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Sexta, 13 de Abril de 2018

Recicladores vão atuar junto à usina de resíduos sólidos de Bento Gonçalves

Integração poderá ocorrer pela contratação como funcionários ou outra forma de parceria

Bento Gonçalves tem seis recicladoras formalizadas em atuação que devem ser integradas à empresa que for escolhida para operar a usina de resíduos sólidos urbanos do município. Conforme o secretário de Desenvolvimento Econômico, Sílvio Pasin, os recicladores podem ser contratados como funcionários ou fechar outra forma de parceria com a empresa.

Esse é um dos aspectos que será avaliado nas propostas de projeto para instalação da usina. Dois modelos foram selecionados nesta semana e passam por avaliação de um comitê gestor. O escolhido vai embasar uma licitação a ser lançada pela prefeitura.

O comitê gestor tem prazo até 10 de maio para escolher o projeto. Depois, será realizada uma audiência pública para debater o assunto. Em seguida, o processo licitatório para definir a responsável por operar o serviço será aberto. A previsão é que isso ocorra até 30 de junho. A usina deve entrar em funcionamento até o fim do segundo semestre de 2019, conforme a prefeitura.

A integração dos recicladores será necessária porque o material orgânico será separado do inorgânico. O primeiro será destinado para a geração de energia elétrica, enquanto plásticos, papel, metais e vidros serão encaminhados para a reciclagem. A primeira etapa de separação deverá ocorrer ainda na esteira.

Por dia, Bento Gonçalves produz cerca de 124 toneladas de lixo. Com a usina de resíduos sólidos urbanos, a ideia é gerar energia elétrica para abastecer prédios públicos, como a prefeitura, escolas e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRS). A economia mensal prevista é de R$ 3 milhões com as contas de luz e de R$ 5 milhões com o transporte e aterro de lixo em Minas do Leão, de acordo com o secretário Pasin.

O terreno onde a usina será instalada é na Estrada da Vindima e pertence ao município. É onde hoje ocorre o transbordo do lixo. A duração do contrato para operação da usina ainda está indefinido, mas inicialmente a previsão era de que fosse de 30 anos. Após o fim da parceria, os equipamentos instalados na área passam a pertencer ao município.

Fonte: http://www.pioneiro.clicrbs.com.br

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